Melhor e Pior Empresa de Games: Reflexões sobre o Top Flop
No dia 26 de janeiro de 2026, realizamos um programa especial ao vivo no Flow Games intitulado “Top Flop”, onde discutimos as melhores e piores empresas do setor de games. Nesse formato dinâmico, refletimos sobre as características que definem o sucesso ou o fracasso dessas empresas, considerando não apenas números e estatísticas, mas a conexão emocional que os jogadores têm com elas.
Durante quase quatro horas, montamos uma tier list utilizando as classificações S, A, B, C e D. Nela, pudemos observar o quarteto de ferro — PlayStation, Xbox, Nintendo e Steam — ocupando as primeiras posições, demonstrando a força dessas marcas em relação ao que entregam ao público. No entanto, a Take Two, responsável pela icônica franquia Grand Theft Auto, emergiu como a campeã da nossa votação, refletindo a paixão que muitos têm por seus jogos.
É fundamental ressaltar que nosso critério não se baseou em métricas técnicas, mas sim nas emoções que as empresas despertam. Essa abordagem inclusiva leva em conta que as opiniões podem divergir bastante. Por exemplo, o Fênix fez uma defesa apaixonada da Steam, enquanto outros optaram por destacar a Pokémon Company, mesmo reconhecendo suas controvérsias. O importante é o que cada um sente em relação a estas marcas, focando na experiência pessoal de cada jogador.
Na tier list, as empresas foram segregadas em diferentes níveis: no topo, encontramos marcas como Xbox, Nintendo, PlayStation e Valve, sendo reconhecidas por suas contribuições significativas ao mundo dos jogos. Seguindo para a faixa A, estão empresas como Bandai, Capcom e Ubisoft, que possuem franquias marcantes, mas também enfrentam seus desafios. Na faixa B, temos nomes como Square Enix e EA, enquanto a polêmica Epic Games e a Pokémon Company despontaram na tier C, refletindo as opiniões mistas que geram.
A classificação de empresas como a Embracer Group e a Net Easy num nível inferior destaca a falta de um impacto emocional mais profundo por parte delas. Estas empresas podem ser grandes em volume, mas não geram a mesma conexão que as demais. De forma contrária, a Devolver entra como uma força respeitável no cenário de jogos independentes, demonstrando que tamanho não é tudo, mas sim a relevância do que se entrega ao público.
É interessante notar as memórias que cada um de nós tem em relação às plataformas e marcas. Para mim, a PlayStation sempre foi um marco, pois é onde conheci grande parte das franquias que marcaram minha vida, desde God of War até Metal Gear. Essa conexão pessoal é o que torna tudo mais significativo e, definitivamente, o que torna essa discussão tão válida e divertida.
Assim, refletir sobre qual é a melhor ou pior empresa no cenário dos games envolve mais do que apenas números. É uma questão de identificar as suas experiências, as histórias que você viveu com esses jogos e como eles impactaram sua vida. O Top Flop é essa oportunidade de celebrar as empresas que nos fazem sentir e que, de certa forma, moldam o nosso universo dos jogos.





































