Vi o NOVO FILME do Mario! O Metacritic tá certo? Minha opinião SEM SPOILERS!
Recentemente, saí do cinema após assistir ao tão aguardado novo filme de Super Mario, intitulado “Super Mario Galaxy”. E, apesar de já estar tarde, não posso deixar de compartilhar minhas impressões sobre essa experiência. Já preparei a pipoca e estou aqui, tomando um refrigerante, para conversar sobre tudo isso.
Logo na entrada, vi várias opções de brindes, mas confesso que estavam caros demais para o meu gosto. Para mim, o universo da Nintendo tem um charme que se compara à Disney. Estou realmente contente com a direção que a Nintendo está tomando em relação aos filmes.
Este texto é livre de spoilers, mas não posso deixar de comentar a controvérsia que já está rolando na internet referente às notas do Metacritic. O filme apresenta uma classificação que muitos consideram baixa, e é sobre isso que quero falar. Eu, pessoalmente, gostei bastante do filme. Lembro que, assim como gostei do primeiro filme, eu também me diverti muito com este novo lançamento.
Uma sensação agridoce me acompanhou durante a exibição, pois gostaria que filmes assim tivessem saído quando eu era criança. Não existe nada mais agradável do que ver adultos e crianças se divertindo juntos, rindo da mesma história. É um encontro geracional que a gente quase não vê hoje em dia. Acredito que a Nintendo conseguiu se conectar com essa nostalgia de maneira mais eficaz que outros estúdios, como a Disney.
Ao longo do filme, senti que o novo Mario está em um momento de grande destaque, impulsionado por uma narrativa que inclui mais personagens conhecidos. Porém, é essencial lembrar que o filme pode apresentar aspectos que não estão nos jogos, como algumas interpretações novas e interessantes que tornam a narrativa mais rica.
Um dos pontos altos para mim foi o desenvolvimento e a introdução de novos personagens de suporte. Isso trouxe uma nova camada à personalidade do Mario, que muitas vezes é reduzido a grunhidos e frases curtas. A inclusão de uma família no enredo foi uma surpresa agradável e ajudou a moldar mais o personagem.
É verdade que este segundo filme tem muitas mais referências em comparação ao primeiro. Contudo, no meu ponto de vista, o primeiro foi mais coeso, alinhando perfeitamente todas as referências com a história. O segundo parece ter pegado o que funcionou no primeiro e expandido, mas isso também apresenta um lado negativo: a sensação de que as coisas ficam um pouco apressadas.
Embora eu adore referências, senti falta de um desenvolvimento mais profundo em alguns momentos, principalmente na relação entre personagens como Bowser. O filme, com 1 hora e 38 minutos, podia ter explorado mais a fundo algumas dessas interações.
A nota do filme no Metacritic gerou uma série de opiniões divergentes. Algumas análises mencionam a falta de profundidade emocional, e concordo que a correria prejudica um aprofundamento mais significativo nas relações de personagens. Acredito que a falta de tempo se torna um desafio quando se trata de desenvolver essas histórias que têm potencial para conectar ainda mais o público.
Muitos críticos vão buscar um enredo mais envolvente, mas lembrem-se: isso ainda é um filme baseado em um jogo que, muitas vezes, não tem uma narrativa tão elaborada. A estética e as referências são parte do que define esses filmes e, para quem entende a essência do Mario, isso pode oferecer um encanto especial.
O filme está repleto de referências, incluindo algumas que poucos conhecem, e isso é um fator que aumenta a diversão ao rever a obra. Vale lembrar que existem cenas pós-crédito, o que adiciona um elemento a mais para os fãs da franquia.
Assim, o que concluo sobre “Super Mario Galaxy” é que, apesar das críticas, o filme é um agradável passeio pelo universo Nintendo, que deve ser apreciado, sobretudo por aqueles que cresceram com o Mario. É uma experiência divertida, cheia de referências e um toque de nostalgia que se destaca.





































