Minhas Primeiras Impressões de Crimson Desert: É Tudo Isso Mesmo?
Ontem finalmente lançou Crimson Desert e tive a oportunidade de jogar algumas horas. A primeira experiência foi em uma live no Flow Games e, em seguida, joguei um pouco em casa. É importante destacar que a minha análise é inicial, considerando que estamos falando de um RPG massivo que promete muitas horas de conteúdo.
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Agora, focando no que realmente importa, a experiência com Crimson Desert. O jogo tem gerado opiniões controversas, com diversas análises surgindo nas plataformas, especialmente na Steam. Muitos jogadores compartilharam suas primeiras impressões, e é claro que as reflexões iniciais podem não refletir a totalidade do que o jogo tem a oferecer, visto que para completar a história são necessárias em torno de 100 horas.
Para quem não sabe, joguei no PlayStation 5, escolhendo o modo de desempenho. E nesse sentido, posso afirmar que o desempenho foi impecável: fluido e bonito, sem quedas de frame rate. Entretanto, as críticas relacionadas aos gráficos começaram a aparecer, e com razão. Em determinadas situações, as expressões faciais e os gráficos das cutscenes não são tão impressionantes. Além disso, a iluminação apresenta inconsistências, alternando entre momentos de exagero e trevas profundas.
Por outro lado, durante a gameplay, os gráficos funcionam adequadamente, proporcionando uma visualização agradável quando jogamos. Apesar dos prós e contras, é possível ver que o jogo tem um potencial visual. Por outro lado, a questão do tamanho dos textos foi um fator negativo para mim; eles são pequenos e cansativos para os olhos, especialmente jogando em uma tela grande.
Outro aspecto notável é a imensidão do jogo. Para alguns, isso pode ser um atrativo, enquanto para outros pode se tornar um fardo. Há missões que podem parecer triviais, como “siga o gato” ou “salve o gato do telhado”, que, na minha opinião, não agregam valor significativo à experiência. Missões de combate e exploração, por outro lado, são muito mais envolventes e dinâmicas.
Com tantas mecânicas a serem desbloqueadas, minha sugestão é avançar um pouco na história principal para liberar novas habilidades e somente depois dedicar tempo para explorar tudo. A sensação é de que muitos ícones e sidequests no mapa podem acabar limitando a experiência inicial. Para quem gosta de se aprofundar em cada detalhe, isso pode ser frustrante.
Conforme joguei, encontrei alguns bugs, como a questão da madeira que ficou flutuando após eu cortá-la. Essas falhas são esperadas em lançamentos recentes, mas não podem ser ignoradas. Além disso, notei que alguns controles poderiam ser mais intuitivos, como a interação entre pegar itens e pular, que pode gerar confusão.
A história, até o momento, não me cativou como eu esperava. Embora tenha uma narrativa, ela parece simples e não necessariamente atrativa. Dito isso, não é um fator limitador que impeça a exploração de um mundo riquíssimo e vasto que o jogo oferece. Crimson Desert parece ser aquele tipo de jogo que pegamos gosto com o tempo; as primeiras horas podem não ser indicativas da experiência total.
Por fim, destaco que, até o presente momento, o combate é um dos pontos altos do jogo. A fluidez, a facilidade de entendimento das mecânicas de luta e as finalizações são realmente empolgantes. Portanto, se você é fã de combates bem elaborados, pode encontrar em Crimson Desert um grande atrativo.
Continuarei jogando para adquirir uma visão mais ampla e profunda deste universo. Para quem já está jogando, é interessante notar como a experiência pode ser diversa e cheia de nuances.





























